Mas e a crise?

Podemos olhar esta crise mundial de dois ângulos.

Um é o de que as empresas estão fazendo ajustes em suas plantas, realinhando seus planejamentos para os próximos anos e o mais difícil de comentar é que muitas delas estão demitindo, no mundo todo, é fato! Isso sem dizer que os bancos, pelo menos aqui no Brasil, estão anunciando lucros e lucros….

Pois bem, mas há um outro ponto de vista que deve ser considerado. A crise faz com que muitos se movimentem por aí à procura de alternativas para seus negócios.

Uma saída interessante e com grande potencial é o uso de mídia digital. Com pouco investimento e uma boa dose de criatividade é possível realizar ações de marketing interessantes e o melhor, de forma segmentada.

Outra opção é o uso de aplicativos open source. Sabem o que é isso? Já ouviu falar em Linux, Joomla e tantos outros? Então, estes são alguns aplicativos de uso gratuito e de código aberto, isto é, não tem um “dono”. Aliás há vários outros aplicativos que podem ser utilizados sem custo, diminuindo assim as despesas com compra de softwares pelas empresas.

Há algum tempo estava lendo um editorial de “Ricardo Pagemaker Pereira” editor da revista Professional Publish, onde com poucas palavras diz “Crise? ao invés de recuar, mude de direção” e é exatamente este o conselho para os empresários: mude a forma de olhar para o problema e não fique somente focado no problema, enxergue a solução.

Talvez em tempo de crise seja também tempo de novas oportunidades. Oportunides de aprender, de ouvir e de criar novos mercados. Bons negócios.

Novas mídias, nossos tempos

Até bem pouco tempo, não tinha tanta certeza sobre o poder de novas mídias e que elas, mais dia menos dia, iriam se infiltrando em nosso cotidiano. Porém, aos poucos fui vendo que hoje, em todos os lugares mas, principalmente no ambiente corportativo, não se pode mais deixar de pensar em novas mídias, e fundamentalmente as digitais, por uma questão óbvia: não dá mais para pensar em comunicação, seja ela interna ou externa, baseada em papéizinhos distribuídos aos montes pelos funcionários dentro de um ambiente empresarial – é claro que uma pessoa pode fazer lembretes e deixá-los sobre a sua mesa para não se esquecer de uma tarefa – mas daí a tornar tal prática uma rotina da empresa está muito longe do ideal. O negócio hoje é à base de workflow, tudo monitorado e com prazos para conclusão de sua tarefa e envio à próxima etapa do “flow” – fluxo. Não é assim na sua empresa? Tudo bem, nem todas têm esse aporte tecnológico. Pelo menos já existe e-mail, que é uma maneira de organizar o fluxo burocrático de trabalho em alguns casos.

E a comunicação externa? Será que os meios de comunicação tradicionais são eficazes?

A resposta é: claro que sim, mas temos que ter a sensibilidade de que as novas gerações estão chegando e que já estão vindo com seu laptop a tiracolo, celulares cada vez mais poderosos e carregados com novos serviços, conectividade ininterrupta, web 2.0, convergência, internet 3G e, é claro, os blogs… E o twitter, que é a nova febre das redes sociais?. Muito interessante. Já estou seguindo alguns “twitters”.

Gostaria aqui de deixar um agradecimento especial ao meu amigo e professor do MBA Paulo Milreu que me iniciou e vem me ajudando continuamente nas questões de mídias digitais.

Não da mais para pensar em comunicação das formas tradicionais. Hoje é importante que as empresas, seja ela de qualquer porte, possam manter pelo menos uma forma de comunicão com seu público, de maneira digital.

Hoje é possível utilizar ferramentas simples, gratuitas e que são capazes de criar uma comunicação muito eficiente com o público “digital”. Basta pesquisar um pouco e encontrar essas feramentas, que estão disponíveis na grande rede e criar novas formas de comunicação e enfrentar a crise com criatividade. Mas a crise é um assunto para o próximo post.

Clareando as coisas

Bem, antes de começarmos a falar de marketing, é preciso que fique bem claro o seguinte: Marketing não é publicidade. Esta é uma confusão que costumo ouvir com extrema frequência.

Quem nunca ouviu a seguinte frase? Vamos contratar alguém de marketing pra fazer a divulgação dos nossos produtos e serviços.

As pessoas que se expressam desta maneira devem ser perdoadas, pois não sabem a diferença entre um profissional de marketing e um publicitário. Acho até uma injustiça tanto para um como para com outro profissional. Mas tudo bem, vamos utilizar este espaço e fazer a nossa parte para deixar isso cada vez mais claro para aqueles que quiserem.

Quando se fala em marketing, estamos falando muito mais do que divulgar produtos e serviços, fazer uma campanha em várias mídias ou outras “divulgações”, etc.

Pra começar, a palavra marketing vem do inglês e, em uma tradução bem simples, quer dizer “mercadando” ou tornando ainda mais simples “mercado em ação”. Cabe então, ao profissional de marketing, estudar e conhecer este movimetno de mercado e seus reflexos nas empresas ou organizações, pra ficar mais acadêmico.

Então, já que é preciso conhecer toda essa movimentação de mercado, não é simplesmente fazer a divulgação dos produtos e serviços, ora. É preciso estar atento a muito mais do que isso. Aí então entra em cena o conceito de Kotler, que o profissional de marketing deve conhecer os “4 P´s” – Produto, Preço, Praça, Promoção.

Início…

Olá.

Sei que há alguns blogs direcionados ao mesmo tema. Porém o que quero é trazer para este espaço uma discussão prática de como abordar o Marketing e suas formas de atuação e aplicações.

Mas não é só isso, podemos também, discutir bastante a respeito de ações para cada tipo de negócio, segmento e muito mais.

Este blog é direcionado a assuntos relacionados a Marketing e suas aplicações, comportamento, segmentação de mercado, hábitos do consumidor, ações de marketing.

Comentem, discutam e vamos tornar este espaço um grande forum para troca de experiências dos profissionais de marketing.

Aproveitem. Abraços a todos.

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